Dinamólise-Capilar de Kaelin

Dinamólise-Capilar de Kaelin

 
Fenomenologia, metodologia e limitações do método

 

 RESUMO: O Exame de Sangue Dinamólise-Capilar (Kapillar-dynamisches Steigbild nach Kaelin) é utilizado como preventivo do câncer. Através do sangue que sobe no papel de filtro especial, visualizam-se formas multifacetadas que só a vida pode engendrar. Adentra-se assim, na esfera da vitalidade orgânica (ou pode-se denominar de “forças etéricas ou vitais”). Por se tratar de um “exame dinâmico-qualitativo”, exige-se que se conheça sua metodologia, no sentido de se estabelecer sua limitação fenomenológica, pois só se visualiza a vitalidade e não se chega à realidade fenomenológica. Nesse sentido, o mérito deste trabalho está em: 1) Elaborar nova argumentação destes conceitos. 2) Traçar os limites deste teste. 3) Pleitear a sua revalidação perante a classe médica antroposófica. A argumentação metodológica ficará a cargo da ciência dedutiva goethiana-steineriana. A fenomenologia norteará os limites. E a revalidação ficará por conta da experiência alcançada neste laboratório de Kaelin que, desde 2001, funciona nesta Clínica. Objetiva-se disponibilizar à classe médica antroposófica brasileira este importante recurso, como também oferecer aos pacientes que se submetem à Viscumquimioterapia - VQ (preventiva e curativa), um controle laboratorial de como essas “forças supra-sensíveis” estão se manifestando ao longo do tratamento.

UNITERMOS: Exame de sangue Dinamólise-Capilar, Teste de Kaelin. Prevenção do Câncer através do teste da Dinamólise de Kaelin. Corpo etérico (vitalidade). Medicina Antroposófica. Medicamentos Antroposóficos. Viscumquimioterapia (VQ). Ciência Dedutiva Goethiana-Steineriana.

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Nefrite Aguda

Uma conduta médica antroposófica

Tratamento ambulatorial

1. Introdução


Apresentação de um caso clínico de nefrite aguda, de etiologia infecciosa, pós-amigdalite, num paciente do sexo masculino de meia idade, cujo tratamento foi realizado com os recursos médicos antroposóficos, com remissão total do quadro clínico-laboratorial, em um ano de tratamento.

2. Caso Clínico

J.E.C., engenheiro, casado, nascido em 23.9.45, residente em Juiz de Fora-MG.

Data da primeira consulta: 17.12.97.

QP – "Urinando pouco, inchação nas pernas, moleza".

HDA – Após uma infecção de amígdalas em novembro de 1997, com tratamento convencional com antibiótico, chegou a esta clínica no mês seguinte, com edema corporal, urinando pouco de manhã (urina com espuma), dormência nas mãos e cansaço.

Exame Físico – 80 Kg, 1,76m, PA 150 x 90 e edema nas pernas (tibial e peri-maleolar).

Conduta – O tratamento inicial foi para as esferas da oro-faringe e renal. Começou-se com uma conduta mais enérgica, para debelar o quadro clínico-laboratorial da nefrite. Após o quinto mês, já apresentava melhoras, sendo necessário reduzir gradativamente a medicação. Após um ano de tratamento recebeu alta clínica. Mesmo no último retorno, em 2003, a patologia estava totalmente debelada.

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Osteomielite

TRÊS CASOS BEM SUCEDIDOS COM REMÉDIOS ANTROPOSÓFICOS 
 


Este é o relato de três casos bem sucedidos de tratamento de Osteomielite tratados nesta Clínica com os recursos médicos antroposóficos. O autor partiu da fisiopatologia da Osteomielite para padronizar a receita. Todos os pacientes receberam a mesma medicação básica. Objetivou-se com isso: abarcar a patologia como um todo, testar a "conduta dedutiva" na prática (congruência da teoria na prática) e estabelecer um padrão estatístico ao tratamento preconizado. Os resultados são promissores: recuperação da estrutura óssea e libertação dos pacientes a repetirem intermináveis cirurgias, para "raspagem óssea". Ou seja, "cura" para estes pacientes tratados com a medicina antroposófica.

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Tratamento da Esclerodermia


RESUMO: A esclerodermia tem como característica principal “o endurecimento fibroso da derme e do tecido conjuntivo de determinados órgãos”. Por detrás desta manifestação esclerosante, existem componentes auto-imunes, presentes em grande parte dos pacientes. A partir dessa fisiopatologia, o autor desenvolveu um “tratamento antroposófico anti-esclerosante e imunogênico”, cujo resultado tem demonstrado êxito nesta patologia esclerosante.

UNITERMOS: Esclerose sistêmica progressiva, disseminada ou generalizada, medicamentos antroposóficos, medicamentos antroposóficos contra doenças auto-imunes, medicina antroposófica.



Este trabalho tem como escopo os excelentes resultados no tratamento da Esclerodermia, com os remédios antroposóficos, realizados nesta Clínica, há mais de 35 anos. Serão citados três casos clínicos, como exemplos desta conduta. Entende-se por “cura”, a melhora clínica do paciente, independente das alterações escleróticas crônicas, as quais muitas vezes persistem, caso se inicie o tratamento tardiamente. Ou seja, nos pacientes que deram inicio precocemente, as chances de “cura” são mais evidentes; ao passo que os pacientes que deram início a este procedimento mais tarde, o que se consegue é uma “cura relativa”, com melhora do estado geral e paralisação da patologia.

O autor debruçou-se na Fisiopatologia da doença, no sentido de entender sua gênese e preconizou um tratamento antroposófico condizente com este quadro clínico, visando dois aspectos: o esclerosante e o imunogênico. Como se verá, a medicação oral se destinará à revitalização do processo esclerótico e a injetável, à aumentar a imunidade, no sentido de combater o componente autoimune.1

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Tratamento da Hipoplasia e Aplasia da Medula Óssea

RESUMO: Este trabalho visa mostrar os excelentes resultados conseguidos com a medicação antroposófica injetável “Medulla Ossium”, do Laboratório Wala (Alemanha), no tratamento da hipoplasia e da aplasia de medula óssea.


UNITERMOS: Patologias da medula óssea, aplasia da medula óssea, hipoplasia da medula óssea, púrpura trombocitopênica, medicamento antroposófico, medicina antroposófica.


1. INTRODUÇÃO


A partir dos excelentes resultados obtidos no tratamento da Hipoplasia e da Aplasia de Medula Óssea, com o uso da medicação antroposófica injetável, Medulla ossium, do Laboratório Wala (Alemanha)1, o autor mostra como se pode instituir este tratamento a nível ambulatorial. Por se tratar de uma patologia hematológica, uma vez descoberta a alteração sanguínea no exame sanguíneo de rotina, o paciente é encaminhado ao especialista (hematologista), para determinar o diagnóstico de certeza. O mielograma (biópsia da medula óssea) é o último recurso diagnóstico, no sentido de visualizar o grau de celularidade (caracteriza a aplasia de medula, celularidade abaixo de 25%). Em posse dos dados laboratoriais comprobatórios, parte-se para o tratamento abaixo preconizado. Para controle não se utiliza mais o mielograma; somente o exame de sangue de rotina.

Na maioria dos casos enfrentados pelo autor, as manifestações clínicas dizem respeito às duas alterações: Anemia Aplásica e Plaquetopenia. Como em alguns casos essas duas patologias se misturam, a mesma prescrição básica antroposófica atinge plenamente ambos os fenômenos (estimular a medula a fabricar células). Na maioria dos casos, a adesão e a aceitabilidade ao tratamento são grandes, dada a argumentação levantada: “estímulo à medula com medicação natural”. Afinal serão anos de tratamento, com controles periódicos. Como se verá nos casos clínicos relatados, há resolubilidade para muitos pacientes. Por se tratar de dois assuntos distintos: hemácias e plaquetas, os dois capítulos seguintes farão referências e distinções entre ambos, comentando as origens e as fisiopatologias dessas células.

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Diagnóstico Psicossomático por meio da Pintura

Dr. Antonio Marques1, Dr.Edson Zaghetto Ferreira2 e Emi Arantes Morgado3


RESUMO: O "Diagnóstico Psicossomático por meio da Pintura" é um procedimento inédito (do ponto de vista metodológico) no meio médico antroposófico. Foi desenvolvido na Clínica Médica Antroposófica Vivenda Sant'Anna, de Juiz de Fora (MG) que, desde o ano de 2000 vem estudando, estabelecendo parâmetros e balizamentos, no sentido de dar subsídios técnicos de como lidar com este "método diagnóstico artístico". Visa-se, em primeiro lugar, entender os complexos processos psicossomáticos (a alma no corpo, através da pintura livre). Em segundo lugar, fazer com que o paciente entenda, por si mesmo, a sua problemática psíquica, através das cores que ele mesmo pintou e, assim, assumir as terapias indicadas pela equipe multidisciplinar. E, em terceiro lugar, dar subsídios argumentativos aos outros terapeutas da nossa Clínica (psicólogos, euritmista curativa, massagista, fonoaudióloga, etc.), de como trabalhar nas esferas espiritual, anímica e corporal. A metodologia que norteia todo este trabalho se baseia na "Ciência Dedutiva Goethiana". Nesse sentido este trabalho será dividido em três partes. Na primeira parte serão apresentados os argumentos científicos teóricos. Na segunda parte serão apresentados três casos clínicos, com as respectivas pinturas, como modelos, cujo objetivo será para treinar o leitor de como desenvolver este método. Na terceira parte será apresentada a psicoterapia artística através dos "Doze Passos", também inédita no meio médico antroposófico, que nasceu como conseqüência deste diagnóstico artístico. Ou seja, as próprias pinturas servem de fio condutor no tratamento psicoterápico.


UNITERMOS: Diagnóstico Psicossomático por meio da Pintura. Diagnóstico Artístico Psicossomático. Análise anímico-corporal. Psicoterapia artística. Doze Passos. Método Dedutivo Goethiano.

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