VACINAÇÃO
X PESQUISAS CIENTÍFICAS
Mônica
Lacombe Camargo
Difusão Auto-Ecologia (RJ)
autoecologia@pobox.com
A cada dia que passa o
declínio da saúde das crianças torna-se mais óbvio. Para muitos, essa
realidade está relacionada à crença de que vacinação é sinônimo de
imunização, que as vacinas defendem a saúde e que sua segurança é
inquestionável.
Entretanto, nem todos os
estudiosos no assunto concordam com
isso![1][2][3][4][5][6][7][8][9][10][11][12][13][14][15][16][17] Na
verdade, a literatura científica é surpreendentemente vasta, mostrando
que as vacinas não são absolutamente infalíveis
[18][19][20][21][22][23][24][25][26][27][28][29][30][31][32][33][34], que
as vacinas podem ser causa da própria doença
[35][36][37][38][39][40][41][42][43][44][45][46] ou produzir outro biótico
[47][48][49][50][51] ou promover reações e doenças inexplicáveis
[52][53][54][55][56][57], abscessos [58][59][60], alterações na resistência
do organismo [61], surdez
[62][63][64][65][66][67][68][69][70][71][72][73], doenças renais
[74][75][76][77][78][79], problemas de pulmão [80], disfunções hepáticas
e anticorpos de DNA [81], além de inúmeros outros efeitos colaterais que
veremos mais adiante.
A Dra. Viera Scheibner, depois
de ter estudado 60.000 páginas da literatura médica sobre vacinação[82],
em carta ao Congresso Australiano, em 1999, atestava que:
"Só existe um tipo de
imunidade, a imunidade natural, que é alcançada passando-se pela experiência
das doenças infecciosas infantis.... A vacinação, incluindo a praticada
nos bebês, não somente não preveniu doença infecciosa alguma, como
também vem causando mais sofrimento e mortes do que qualquer outra
atividade humana em toda a história da intervenção médica. Serão
preciso décadas para se limpar completamente os desastres causados pela
vacinação infantil. Todas as vacinas devem ser interrompidas
imediatamente, e todas as suas vitimas devidamente indenizadas."
A Dra. Jane Orient, diretora
executiva da Association of America Physicians and Surgeons, dos
Estados Unidos, concorda:
"A política
sanitária, no que diz respeito às vacinas, é fundamentalmente falha e
permeada por conflitos de interesse. Ela baseia-se em estudos científicos
bastante inconsistentes, feitos sob uma pequena amostragem, durante muito
curtos períodos de tempo e sob parâmetros extremamente limitados."
Inacreditável é que a maioria
dos pais, últimos responsáveis pela segurança de seus filhos,
desconhecem totalmente esses fatos. Conseqüentemente, a maioria das crianças,
na idade de entrarem para a escola, já receberam mais de vinte vacinas.
Cabe, portanto, ventilarmos o
assunto que me parece ainda ser totalmente desconhecido pela grande
maioria da pessoas.
Era final dos anos 70 quando,
enquanto estudante de macrobiótica e terapias orientais do Instituto
Kushi de Boston, tive contato com o pediatra Dr. Robert Mendelson que, já
então afirmava: "A cada dia aumentam mais as suspeitas de que as
vacinas contra doenças infantis relativamente inócuas possam ser as
responsáveis pelo dramático aumento das doenças autoimunes desde que a
vacinação em massa foi introduzida." Realmente, parece que
quanto maior o número de vacinas que uma pessoa recebe, mais fraco se
torna seu sistema imunológico. E se elas eram duas em 1910, em 1940, já
eram nove e hoje, o número de vacinas existentes já atinge a casa dos
cinqüenta!
Antes dos programas de vacinação
em massa serem implantados, na metade dos anos 40, eram raros os casos de
autismo[83][84][85][86][87][88][89] – que atualmente se encontra a níveis
epidêmicos entre as crianças - e a terminologia síndrome da morte súbita
infantil nem mesmo existia. Segundo o The American Journal of
Epidemologia, de 1992, no que diz respeito a essa síndrome, as estatísticas
americanas mostravam ser oito vezes maior o número de recém nascidos (em
torno de 10.000 nos Estados Unidos) que morriam misteriosamente no
terceiro dia após terem sido vacinados com a DPT – vacina tríplice.
Também, segundo o Centro de
Controle de Doenças, dos Estados Unidos, por exemplo, as crianças que
recebiam o maior número de vacinas contra a hepatite B mostravam-se as
mais propensas a contrair tal doença se comparadas às não vacinadas. Em
1977, o Dr. Jonas Salk, inventor da vacina Salk contra a pólio, chegou a
concordar que 87% dos casos de pólio que ocorreram desde 1970, nos
Estados Unidos, foram fruto da vacina que tomaram. Sabe-se, também, que a
vacina Sabin é, hoje, a única causa de pólio entre os
americanos.[90][91] A pólio, na verdade, parece ser um grande
paradoxo.[92][93]
A diabete infantil, doença de
Crohn e intussuscepção dos intestinos (mais conhecida como "nó nas
tripas") também foram doenças, até então desconhecidas pelas
crianças, que apareceram com o advento das vacinas, sendo que a incidência
de câncer e de leucemia nas crianças atingiram níveis estratosféricos
entre 1960 e 1980.
Os danos neurológicos
[94][95][96][97][98][99][100][101][102][103][104][105][106][107][108][109][110]
lideram as reações adversas mais comuns entre as crianças porque as
vacinas afetam o sistema nervoso central[111][112][113][114][115], ainda
em processo de formação e bastante frágil até os seis meses de idade,
no qual incluem-se encefalites [116][117][118][119][120][121][122][123] e
edemas cerebrais.[124][125][126][127][128][129][130]
Realmente, se antes dos tecidos
nervosos, extremamente sensíveis a qualquer mudança no ambiente biológico,
estarem perfeitamente isolados pela mielina, ele começa a receber um
sangue com vírus acoplados a moléculas protéicas, geralmente de origem
animal (com os DNA/RNA que lhe são próprios), acompanhados de mercúrio,
alumínio e formol, o desenvolvimento normal do sistema nervoso central do
infante não tem como não ser prejudicado, inclusive pela desmielinização.[131][132][133][134][135][136]
Isso significa que o sistema
nervoso central de todas as crianças é afetado, seja uns mais e
outros menos. E isso é óbvio diante da mudança de comportamento das
crianças que começam a Ter diferentes tipos de ataques (ex. choro,
febre, epilepsia etc.)
[137][138][139][140][141][142][143][144][145][146][147] e mudam a freqüência
sonora do choro. Casos de convulsões também acontecem.
[148][149][150][151][152][153] Como é a tireóide que controla o
metabolismo basal, devido à existência das febres que se seguem às
vacinas, tudo leva a crer que estas alteram (deprimem) a atividade da tireóide.[154]
É,
portanto, fundamental, que os pais que optam por vacinar seus filhos,
sejam informados de que com a vacinação a criança pode ser levada ao
coma [155] e corre risco de vida, pois essas são possibilidades reais
[156][157][158][159][160][161][162][163][164][165][166][167][168][169][170][171]
que não lhes pode ser ocultadas, para que eles possam dar seu
consentimento, ou não, de acordo com suas intuições e de livre e espontânea
vontade.[172]
Também já foi constatado que
crianças não vacinadas andam mais rápido, falam mais rápido,
apresentam níveis de destreza e QI muito mais elevados, e uma excelente
saúde - tudo muito além das crianças "normais".
Em 1988, Dietrich demonstrava
que o atraso no desenvolvimento infantil tinha correlação com a alteração
da mielina, enquanto Coulter [173], dois anos depois, descrevia como a
vacinação causa danos ao sistema nervoso central e seu reflete sob o
comportamento anormal nas crianças (o que tem obrigado milhões de crianças
americanas a viverem sob o efeito de drogas da magnitude do Retalian e
Prozac). Ele também cita que, em 1935, Thomas River já fazia referência
a alergia encefálica como resultante da infecção viral ou bacteriológica
do sistema nervoso e que:
"O fato é que é desde
1926 já se sabe que a vacinação produz encefalite. Nas regiões onde a
vacinação em massa não é organizada, a paralisia é rara... É impossível
negar a conexão entre as vacinas e a encefalite que as acompanha".
Desordens mais
comuns relacionadas à vacinação
Ê Alergias
Ê Ataques
Ê Ataxia/apraxia
Ê Autismo
Ê Baixo QI
Ê Cegueira
Ê Confusão mental
Ê Convulsões
Ê Deficiência de atenção
Ê Dificuldade de aprendizado
Ê Dislexia
Ê Doenças autoimunes
Ê Encefalite
Ê Epilepsia
Ê Hiperatividade
Ê Lupus
Ê esclerose múltipla
Ê Paralisia de pólio
Ê Paralisia meningítica
Ê Retardamento mental
Ê Síndrome da morte súbita infantil
Ê Síndrome de Gullain Marre
Ê Surdez
Ê Tumor cerebral (SV-40)
Estatísticas que quantificam os efeitos colaterais relativos às
vacinas ainda são relativamente modestas já que só em 1991 o FDA
implementou o Vaccine Adverse Effect Reporting System. Mesmo
assim, poucos são os médicos que se reportam a ele. Um exemplo foi a
constatação de que somente um entre quarenta pediatras de Nova York
(2,5%) adquiriram o costume de passar a informação sobre o número
de mortes e danos subseqüentes à vacinação que testemunhavam
entre seus pacientes. Mesmo assim, entre 1992 e 1996, ou seja, em
quatro anos, 33.000 mil lhes foram encaminhados – um número impossível
de ser ignorado.
O maior problema é que a grande maioria dos pediatras nem mesmo
ventilam, junto aos pais, os riscos que suas crianças correm ao serem
vacinadas. E a verdade é que todos os médicos que se mantêm
informados sabem disso e, exatamente por isso, inúmeros são aqueles
que não vacinam seus filhos assim como se recusam, eles mesmos, a
serem vacinados. Como exemplo, de acordo com o Journal of the
American Medical Association, de fevereiro de 1981, 90% dos
obstetras e 66% dos pediatras recusaram-se receber a vacinação
contra rubéola.
Imunização
natural
Imunização natural é o processo de resistência que se adquire
contra biótico patogênico depois que esses atravessaram uma série
de barreiras de defesa natural do organismo – nariz, garganta, pulmões
e trato gastrintestinal. Os que conseguem alcançar a corrente sangüínea
são ainda mais violentamente combatidos por outras células do
sistema imunológico. Portanto, todos os eventos biológicos que
acontecem ao longo dessa trajetória, são fundamentais à construção
da verdadeira imunidade do organismo, que só é alcançada após
a total recuperação da doença quando todo o processo é então
gravado na memória das células que dele participaram. Não há dúvida
que durante esse processo sofre-se de um grande mal estar durante
alguns dias. Porém, ele é essencial.
Imunização
artificial
Com a vacinação, pressupõe-se que a indução a uma estimulação
"artificial" de anticorpos, reagindo ao súbito
aparecimento de um agente estranho na corrente sangüínea, é
garantia de uma saúde melhor.
As pessoas vacinadas apresentam níveis muito baixo de anticorpos que
nas pessoas doentes. Através dos seus mecanismos naturais e lentos, o
sistema imunológico tem tempo para identificar, com maior
precisão, o biótico patogênico que está tentando quebrar o equilíbrio
homeostático do organismo, escolher o melhor tratamento/resposta que
lhe deve ser conferido. Com isso, os linfócitos T - responsáveis
tanto pela identificação do Ser e do não-Ser (cuja
perda de discernimento é das mais prováveis causas das doenças
autoimunes), como pela produção das células auxiliares e
supressoras (cuja razão responde pela qualidade de atuação do
sistema imunológico) e pela estimulação das células B - têm todo
o tempo que necessitam para prepararem seus receptores de
identificação, exercitarem-se quanto ao reconhecimento e o
desencadeamento do melhor mecanismo à eliminação de tal patógeno e
memorizarem todas as etapas que foram alcançadas com sucesso.
Com a introdução do vírus por meios artificiais, o sistema imunológico
é pego de surpresa. Não tem como maturar uma estratégia de
resposta ou exercitar seu potencial de defesa corretamente. Não
tem tempo para educar-se para que, no futuro, possa enfrentar com a
mesma (ou maior) destreza e maestria os outros milhões de agentes
patológicos que irá encontrar, ou células cancerosas que irá
produzir, ao longo da vida.
Isso faz com que não sejam poucos os estudiosos no assunto a
compartilharem da premissa de que impedir, através da administração
de vacinas, que crianças (antes mesmo de estarem com o sistema
nervoso central completo) combatam, por seus meios naturais, doenças
que lhes são próprias, é como que trocar essa experiência/exercício
por deficiências mentais, doenças autoimunes e até mesmo pelo câncer
ou pela AIDS[174].
O verdadeiro perigo das vacinas talvez esteja no material genético
(DNA e RNA) das macro-moléculas protéicas, de origem animal, veículo
de patógenos inoculados, que deságuam na corrente sangüínea, que
podem causar até mesmo mutações genéticas.[175][176]
Tem-se também verificado não ser raro que a imunidade artificial
aumenta as chances de re-infecções pelo vírus contra o qual se foi
vacinado. Existe um novo fenômeno: a rubéola, o sarampo e a
catapora, principalmente, passaram a aparecer na idade adulta de forma
totalmente atípica.
Credita-se isso ao fato da tendência, entre os fabricantes de
vacinas, de fazê-las cada vez mais fracas. Não mais provocando
fortes respostas inflamatórias, os vírus e bactérias inoculados têm
maiores chances de penetram profundamente os tecidos, onde se mantêm
em estado latente, seja por um curto ou longo espaço de tempo.
Uma vez desperto, porém, pelo fator que seja, manifestam-se em
qualquer lugar ou sistema do organismo. Com sintomas já totalmente
descaracterizados, se comparados à doença contra a qual foi
vacinado, promovem disfunções e doenças que podem levar ao coma ou
mesmo a morte.[177]
Segundo o Dr. Alain Phillips, um dos estudiosos no assunto: a
imunidade natural é um fenômeno complexo que envolve muitos órgãos
e sistemas; ela não pode ser imitada pela estimulação da produção
de anticorpos de maneira artificial".
Aos que acreditam que foram as vacinas as responsáveis pela erradicação
de inúmeras doenças infecciosas, dizem alguns experts não
existir evidência alguma que sustente tal argumentação. Segundo
constataram, elas desapareceram não só nos Estados Unidos, onde
houve vacinação em massa, como simultaneamente na Europa, onde tal
procedimento não foi imposto à população.
Segundo as pesquisas do bioestatístico Michael Alderson, autoridade
reconhecida internacionalmente, as doenças infecciosas declinaram
abruptamente antes mesmo da vacinação ter entrado em cena, muito
provavelmente devido ao aumento da higiene pessoal e dos níveis de
sanitarismo.
Como são feitas as vacinas
Como é impossível que bióticos patogênicos cresçam em
"solo" saudável – do mesmo modo que é impossível que
um organismo saudável adoeça – as vacinas são feita com
agentes biológicos que se desenvolvem em um meio ambiente totalmente
insalubre derivado de tecidos animais (rins de macacos, cérebros de
ratos, embriões de galinhas, células cancerosas dos rins de ratos
tipo hamster recém nascidos etc.)[178] e humanos (fetos
abortados)[179] doentes e em estado de putrefação (quem já viu, diz
que mais repugnante é impossível).
Tomando o exemplo da vacina contra a hepatite B, o vírus utilizado
para as primeiras vacinas, nos anos 70, foram retirados do sangue da
comunidade gay, já que ela apresentava os maiores níveis de
hepatite. (Conexões entre AIDS e as vacinas contra hepatite são
numerosas na literatura médica nesta época.) Hoje, já mais
"sofisticados", os vírus são retirados da urina, fezes,
pus[180] etc. de pessoas infectadas pelos vírus do qual se tem
interesse.
A obrigatoriedade da vacina contra hepatite para as crianças na idade
escolar teve que ser suspensa pelo Ministério da Saúde da França,
em outubro de 1998, devido à quantidade de casos de súbito
aparecimento de desordens autoimunes e neurológicas após a vacinação.
Somente um escritório de advocacia representou 15.000 cidadãos em
processo contra o governo "acusando-o de conhecimento de causa
sobre os riscos da vacina e por exagerar sobre seus benefícios para
uma pessoa normal". Um único médico chegou a coletar mais
de 600 casos clínicos, muitos com sintomas semelhantes à múltipla
esclerose.
No 62nd Annual Meeting of the American College of Rheumatology,
em 1998, na Califórnia, a vacina de hepatite B foi responsabilizada
como sendo uma das causas do desenvolvimento de inúmeras doenças
reumáticas autoimunes como o lúpus e a artrite reumatóide. E no
mesmo ano um artigo com argumentações semelhantes foi publicado no
The Journal of Rheumatology do Canadá.
Entretanto, devido aos inúmeros elementos tóxicos (alumínio,
formol, mercúrio etc.) presentes nas vacinas, muitos estudiosos
consideram-nas muito mais um elemento de sensibilização, por
causarem reações de sensibilização do tipo alérgico
[181][182][183][184][185][186][187][188][189][190][191][192][193] e
anafilático [194][195][196][197][198][199][200][201][202][203], assim
como agentes de depressão do sistema imunológico, do que imunizante.
Muitos tipos de alergias estão relacionados às grandes moléculas de
proteína que circulam pela corrente sangüínea, exatamente como
ocorre quando as vacinas são injetadas. Durante um processo digestivo
normal, as moléculas de proteína ao serem decompostas em seus aminoácidos
não só são reduzidas de tamanho como descaracterizadas. Por isso, a
síndrome do vazamento intestinal de moléculas protéicas é uma das
principais causas dos processos alérgicos. Qualquer tipo de alergia
compromete o sistema imunológico e, conseqüentemente, reduz a
imunidade do organismo.
Quando uma macro-molécula protéica alcança a corrente sangüínea,
ela é enviada aos nódulos linfáticos para serem filtradas. Conseqüentemente,
corre-se o risco de serem entupidos, dando origem à linfadenite, e
induzir os linfócitos e a linfa à disfunções de conseqüências
gravíssimas. Como a linfa também carrega nutrientes a todos os
tecidos e é o principal meio de transporte das vitaminas lipossolúveis
e dos ácidos graxos essenciais, não só o sistema imunológico como
todo o organismo, passa a ter um status nutricional totalmente
comprometido. Segundo Dr. Horowitz:
"A maioria dos pais que nutrem seus filhos de modo adequado
jamais permitiriam que eles ingerissem alimentos que contivessem um único
dos principais ingredientes de uma vacina."
Isso porque, a maioria dos vírus, após ter se desenvolvido, é
inativada com formol (um potente cancirogênico)[204] e ainda
acrescida de: alumínio (aditivo que promove a resposta de
anticorpos), antibióticos, mercúrio (sob a forma de timerosal,
preservativo/desinfetante) ou outros ingredientes que promovam a
efetividade da vacina, mesmo que conhecidos por suas propriedades
imunodepressivas e cancerígenas.[205]
Em 25 de outubro de 2000, o senador Dan Burton encaminhou uma carta ao
Departamento de Saúde e Serviços Humanos do Governo dos Estados
Unidos, onde se lê:
"Todos nós sabemos e aceitamos que o mercúrio é um neurotóxico,
e mesmo assim o FDA está falhando em recolher as 50 variedades de
vacinas que contêm tomerasol... Na sua própria página da internet,
o FDA afirma que ‘chumbo, cádmio, e mercúrio são exemplos de
elementos tóxicos mesmo quando presentes em níveis relativamente
baixos’... A cada dia que vacinas contendo mercúrio são mantidas
no mercado é mais um dia que o Departamento de Saúde e Serviços
Humanos está pondo 8.000 crianças em risco." [206]
As vacinas e a supressão imunológica
Todas as vacinas são, em graus variados, um agente imunossupressor -
seus químicos deprimem o sistema imunológico, seus vírus deprimem
as funções imunológicas, e o DNA/RNA, dos tecidos animais nelas
presentes, deprimem a
imunidade.[207][208][209][210][211][212][213][214][215][216][217][218][219][220][221][222][223][224][225][226]
Por isso, tanto o potencial dos citotóxicos como as funções metabólicas
dos neutrófilos ficam, por meses, enormemente reduzidos após
a administração das vacinas[227], diminuindo enormemente a ação
dos linfócitos e o número de glóbulos brancos em geral.
As vacinas e as doenças de pele
Quando se sabe que as vacinas administradas em nos recém nascidos
afeta o sistema nervoso central e que os nervos e a pele estão
conectados através do sistema epitelial, não é de se surpreender
que inúmeros problemas na pele derivam das vacinas
infantis.[228][229][230][231][232][233] Nas palavras do Dr. William
Hitchman:
"Sífilis, scrofula, erisipela e quase todas as doenças de
pele tem sido expressas, ocasionadas ou intensificadas pela vacinação".
A conexão das vacinas com a AIDS
Desde os anos 70, quando a AIDS foi decretada pelo Centro de Controle
e Prevenção de Doenças, através dos meios de comunicação (e não
por evidências científicas), a partir das declarações do Dr.
Gallo, muito já foi escrito sobre a conexão da AIDS com a vacina
contra a hepatite B.[234][235][236][237][238][239][240][241][242][243]
Entretanto, para os pesquisadores Buttram e Hoffman, existe uma relação
da AIDS que se estende às vacinas em geral, devido às características
do sangue dos pacientes aidéticos:
"A imunofluorescência indireta dos linfócitos T, em amostras
de sangue retiradas ... após a vacinação, revelam uma queda temporária
... da razão entre células auxiliares e supressoras"[244],.
Portanto, não deve ser coincidência alguma que nos países onde a
AIDS é mais disseminada sejam aqueles onde houve mais programas de
vacinações em massa e/ou utilizaram-se vacinas de qualidade
duvidosa.
Apesar das vacinas estarem sendo feitas sob maiores cuidados, nada
impede que elas estabeleçam os alicerces de um sistema imunológico
debilitado. Isso faz que o sistema imunológico da grande maioria dos
vacinados não esteja mais à altura de responder à presença de patógenos
que se lhes apresentem ao longo da vida.
Além da conexão já feita entre a AIDS e a vacina contra a hepatite
dos anos 70, o London Times, em 1987, também publicou um
artigo sobre as vacinas de varíola, distribuídas na Brasil, Haití e
África, como sendo portadoras do HIV.
Essa argumentação nunca foi comprovada, porém, contendo ou não o
tal do HIV, qualquer vacina é imunodepressiva. A imunidade do anfitrião
fica, portanto, debilitada, seja pela presença do suposto HIV ou por
qualquer patógeno – que, na verdade, é o que tem levado os aidético
à morte.
Depois de 20 anos incutindo-se a informação de que a AIDS é conseqüência
de uma infecção virótica, a ausência de uma vacina corrobora com o
fato da existência do HIV ainda ser uma hipótese, pois a verdade é
que até hoje ele jamais foi visto por qualquer humano.
A conexão das vacinas com o câncer
"Eu nunca
vi o câncer em uma pessoa não vacinada" já afirmava o Dr.
W.B. Clarke.
Normalmente o câncer não é associado à vacinação, apesar da
literatura médica fazer citações a esse respeito. Não é raro,
entretanto, que o câncer (sobretudo o linfático) ocorra, apesar de
muitos anos depois, exatamente no lugar onde uma vacina tenha sido
aplicada, ou será uma mera coincidência?
Não é que todos terão câncer depois de receberem uma vacina.
Alguns, porém acreditam que a vacina semeie o organismo com os
ingredientes necessários ao desenvolvimento do câncer. Para certos experts
em terrenos biológicos, administrar uma vacina em uma criança
equivale a abrir uma grande janela para o câncer - janela essa que
pode tornar-se intransponível, através de uma boa nutrição e hábitos
de vida saudáveis, ou não.
Essencialmente, é o meio ambiente e um sistema imunológico
debilitado que permitem que o câncer se desenvolva. Portanto, se por
um lado a vacina enfraquece o organismo, através da nutrição o
terreno biológico tanto pode neutralizá-lo como fortifica-lo. Conseqüentemente
o desenvolvimento e supremacia do câncer são freiados.
Lembrando que as vacinas tanto têm o potencial de entupir os
dutos linfáticos como intoxicar o sistema linfático - meio de
transporte dos linfócitos e de controle sobre a imunidade celular –
torna-se lógico que as pessoas vacinadas tendam a desenvolver disfunções
do sistema linfático (ex. leucemia e
linfomas).[245][246][247][248][249][250][251][252][253][254]
Segundo o Dr. Jacob Rachlin:
"98 milhões de americanos que receberam a vacina contra a pólio
nos anos 50 e 60 têm grande chances de virem a manifestar câncer no
cérebro... Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Chicago
dizem ter encontrados em um grande número de pacientes com câncer no
cérebro um material genético semelhante ao do vírus que contaminou
as vacinas de pólio naqueles anos."
Para o Dr. Edward Haughton:
"Câncer, e outras doenças vis, são diariamente impostas a
virtuosas famílias através da vacinação".
A conexão das vacinas com as doenças autoimunes
Por que será que de um dia para o outro nosso sistema imunológico não
mais reconhece as células do seu próprio organismo? Será que a
presença do DNA/RNA de animais injetados no organismo junto com as
vacinas não estão relacionados a esse tipo de disfunção orgânica?
A verdade é que até algumas décadas atrás as doenças reconhecidas
como autoimunes hoje a níveis epidêmicos, eram raríssimas.
[255][256][257][258][259], Um exemplo é a diabete
mellitus[260][261][262][263][264][265][266]. Segundo o pesquisador
Bart Classen[267][268][269][270], que considera a diabete mellitus
como um marco entre as doenças autoimunes, as chances de ela se
manifestar é proporcional ao número de vacinas recebidas por uma
pessoa – modelo que conseguiu replicar inúmeros em animais de
laboratório e que, fazendo um estudo retrospectivo sobre a introdução
da vacinação em diferentes grupos populacionais, verificou que a
relação mantinha-se verdadeira.
Ilustrativo saber que o aumento do número de casos de diabete inclui
a diabete juvenil, hoje classificada como uma doença genética. E
como as vacinas implantam diretamente na corrente sangüínea proteínas
animais, com DNA/RNA distintos do Ser, elas certamente têm o
potencial de alterar os genes do seu hospedeiro.
Cada vez tornam-se mais evidentes que o autismo é uma doença
autoimune tanto quanto a artrite reumatóide, diabetes e esclerose múltipla
- doenças cada vez mais comum entre os humanos e seus
animais domésticos.
Porque será que o sistema imunológico perde o discernimento sobre as
células do Ser e do não-Ser (característica das doenças
autoimunes)? Será que a AIDS é também uma condição autoimune,
onde os linfócitos reagem uns contra os outros e se exterminam? Será
que a infinidade de desordens neurológicas, renais e tantas outras
doenças hoje já associadas à vacinação, são igualmente frutos de
um mecanismo autoimunes?
Como garantir a imunidade?
Os bióticos patogênicos, para sobreviverem, precisam viver sob condições
tóxicas e anaeróbicas (sem oxigênio). Assim sendo, basta que a saúde
seja cultivada para que o organismo, automaticamente, esteja
imune à sobrevivência de qualquer biótico patogênicos – base da
"medicina dos terrenos", uma especialidade médica que ainda
sobrevive principalmente na Europa.
No fim da vida, já em seu leito de morte, Pasteur, que dedicou sua
vida ao estudo da eliminação dos bióticos patogênicos, e
por isso descobriu a penicilina, legou-nos, como uma de suas últimas
palavras, a afirmação de que: "O terreno é tudo".
"O terreno é tudo" significa, nada mais nada menos, que é
o meio ambiente que determina a vida ou a morte seja do Ser
humano ou de um biótico. Infelizmente, a medicina moderna, em vez de
evoluir baseada nas últimas conclusões de Pasteur,
encantou-se pelo potencial belicoso dos medicamentos e negligenciou o
potencial do terreno biológico. Conclusão, a formação médica
desconhece o potencial da nutrição - matéria prima do
"terreno" – último responsável pela condição de vida
ou morte. Isso fez com que o sistema imunológico seja praticamente um
desconhecido pela maioria daqueles que optaram por dedicar suas vidas
à saúde alheia.
O potencial da nutrição e das atividades mentais sobre a saúde e o
fortalecimento do sistema imunológico!
A nutrição, decorrente da alimentação e suplementação
nutricional, de natureza bioativas, em sinergia com a individualidade
do Ser, conjugada à atividade mental do mesmo, têm potencial
suficiente para:
¨ prevenir qualquer possibilidade de disfunção ou manifestação
doentia (física, emocional ou mental);
¨ estimular o sistema de autocura inerente a todos os
organismos vivos;
¨ ativar o sistema imunológico e promover a saúde do organismo;
¨ recuperar a saúde por mais deplorável que seja a condição do
organismo.
Apesar de ainda ser novidade para muitos que a nutrição é um
condicionante da saúde, esse conhecimento é tão antiga quanto Hipócrates
– "Faça dos alimentos a sua medicina", as
medicinas orientais e ayurvédica, Linus Pauling, Adelle Davis e
muitos outros nutricionistas de renome.
Infelizmente, a procura pela "pílula mágica" ou "bala
única" que mata o inimigo (os bióticos) de um tiro só,
monopolizou grande parte da ciência médica desde o aparecimento da
penicilina, ofuscando o grande potencial do terreno biológico.
Nessa virada dos milênios, entretanto, pudemos observar um fenômeno:
muitos daqueles dedicados às artes médicas, ao tomarem consciência
das limitações de suas ferramentas alopatia, começaram, por
conta própria, a expandirem seus conhecimentos com o estudo nutrição,
herbologia e homeopatia, independentemente da idade que tenham e da
origem cultural da resposta que buscam.
Certamente não se pode mais continuar ignorando o poder que a nutrição
exerce sobre o sistema imunológico – sistema com todo o
potencial necessário para nos defender de qualquer patógeno.
Os alimentos, as ervas e os suplementos nutricionais, vitamínicos e
minerálicos, concentrados ou em diluições, podem atuar como
verdadeiros pilares da imunidade. Conseqüentemente, eles não podem
continuar a ser negligenciados em favor de compostos químicos e sintéticos,
que apesar de terem se originado das ervas, se tornaram tão tóxicos
que mesmo administrados em doses monitoradas são a quarta causa de
morte no Ocidente.
Igualmente não se pode ignorar que há milênios a naturopatia, através
de compostos 100% naturais e da educação dos pacientes –
incentivados a optarem por uma dieta que lhes seja compatível, a
periodicamente passar por processos de desintoxicação orgânica e
assim criarem um sistema ecológico interno onde patógenos não
tenham condição de sobrevivência, é capaz não só de promover a
cura de inúmeras doenças como são basicamente inócuas.
Um dos pontos de divergência mais importante entre os códigos da
medicina tradicional/naturopatia e da medicina moderna, é exatamente
a vacina. Enquanto que para os primeiros a vacina é sinônima de
dilaceração do sistema imunológico, cuja função primordial é a
garantia da saúde, os outros a têm como o meio mais eficiente
e "seguro" de se preservar a saúde. Ou seja, algum
deve estar fundamentalmente enganado.
Conclusão
Na visão dos cientistas que hoje se opõem às vacinas, o que elas
realmente fazem é trocar a eficiência e fortalecimento do sistema
imunológico – nosso único sistema de defesa contra os zilhões
de agentes patogênicos que encontramos ao longo da vida – por uma
imunidade temporária contra apenas uma única doença,
geralmente uma doença infantil totalmente inócua. Por isso, o Dr.
Mullins é um dos que afirmam:
"estamos trocando sarampo e catapora por câncer
e AIDS" .
Mas, se por um lado as vacinas dilaceram o sistema imunológico, cuja
conseqüência é a vulnerabilidade ao desenvolvimento de muitas outras
doenças futuras, quando não imediatas, a nutrição - com qualidade e
compatibilidade – o constrói e fortifica.
Infelizmente, muitos imaginam que tomando uma vacina contra gripe, por
exemplo, adquire-se a imunização contra qualquer gripe. Ignoram
existir inúmeros vírus diferentes e altamente mutantes (pleiomórficos)
de acordo com o meio ambiente - rods becomes cocci e vice-versa.
O simples fato de se culpar os bióticos por qualquer doença
delata um nível de conhecimento/consciência que induz o Ser a
desresponsabilizar-se pela qualidade de sua saúde e à ilusão de que
esta encontra-se totalmente fora do seu controle.
Conseqüentemente, tal responsabilidade é transferida àqueles
que têm o saber de como matá-los, mesmo que em detrimento do próprio
organismo - fruto da lógica de que os "fins justificam os meios".
Conclusão, muitos são os cientistas e ativistas que adotaram o slogan:
"as vacinas se opõem à saúde". Por isso vale a pena
recapitularmos:
As vacinas contêm muitos elementos químicos e metais pesados (ex. mercúrio
e alumínio) que são mundialmente conhecidos como potentes
imunodepressores. O mercúrio, por exemplo, modifica e diminui a
atividades dos linfócitos.
As vacinas veiculam tecidos com DNA/RNA estranhos ao organismo. Por isso
provocam a reação do sistema imunológico de modo semelhante à rejeição
de um órgão implantado e atuam sobre os linfócitos prejudicando a
identificação do Ser do não-Ser – causa primordial
das doenças autoimunes.
As vacinas alteram as proporções entre as células T auxiliares e as células
T supressoras (exatamente como acontece nos casos de AIDS) - um dos mais
importantes indicativos do nível de saúde do sistema imunológico.
As vacinas são neurotóxicos e interferem na transmissão dos sinais
nervosos e, conseqüentemente, na comunicação do cérebro com os
outros tecidos, incluso as células do sistema imunológico. Qualquer
falha no complexo neurotransmissor deprime a imunidade do organismo.
As vacinas alteram a atividade metabólica e o potencial citotóxico dos
neutrófilos - um dos principais responsáveis pela defesa do organismo
contra os vírus e as bactérias.
As vacinas sobrecarregam o sistema imunológico com a presença de matérias
estranhas: macromoléculas protéicas com DNA/RNA distintos; metais
pesados; bióticos patogênicos. Os metais pesados tornam o sistema
imunológico lento. Conseqüentemente, permite que os vírus alcancem
lugares seguros onde poderão crescer e multiplicarem-se. (O sistema
imunológico fica tal qual um animal que foi acorrentado e algemado
antes de ser lançado ao mar.)
As vacinas entopem o sistema linfático com macro moléculas protéicas
que, injetadas, atuam tal qual um alergênico.
As vacinas deixam o organismo depauperado de nutrientes vitais à saúde
e ao fortalecimento do sistema imunológico (ex. vitaminas A e C, e
zinco), o que impede a otimização da atividade dos glóbulos brancos e
dos macrófagos.
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