Psicologia Goethiana

 

PSICOLOGIA GOETHIANA - Antonio Marques

Ref. 9788561080617 - Seção Psicologia -Comportamento

Editora: Barany

1ª Edição, 2016, 168 pgs.

A Psicologia goethiana não existe como especialidade constituída dentro da Psicologia clássica e nem foi criação de Goethe. Esse termo foi criado por Rudolf Steiner para justificar a influência de Goethe sobre Schiller, que se refletiu nas Cartas sobre a Educação Estética da Humanidade. 

Este livro aborda as Cartas Estéticas de Schiller em que o ser humano é visto nas três esferas psíquicas do pensar, sentir e atuar, em relação ao mundo a sua volta, que se traduzem nos ideais da Revolução Francesa (liberdade, igualdade e fraternidade). 

O autor resgata o caminho evolutivo do ser humano na modernidade, o qual foi abortado, interrompido, por forças poderosas que não querem que o ser humano cresça e evolua. Urge hoje em dia a tomada de consciência desse caminho, da linha-mestra que perpassa a história humana, pois um dia ele será retomado. E seremos nós seus agentes e protagonistas. Esse caminho tem como objetivo final nos tornar cosmopolitas (kosmopolítes: kósmos + polis).

 
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Farmacologia clínica

 

Título: Farmacologia clínica
Autor: Antonio Marques
Assunto: saúde, farmacologia, medicina antroposófica
Formato: 16x23
Páginas: 344
Preço de capa: R$ 80,00
ISBN: 978-85-61080-57-0

Antonio José Marques: médico clínico geral antroposófico

Formação: Juiz de Fora (UFJF – graduação em medicina), São Paulo (cursos de formação em Medicina Antroposófica na Clínica Tobias - SP, com Dr. Otto Wolff, médico e bioquímico alemão).

Estágios: São Paulo (Clínica Tobias – clínica antroposófica), Alemanha (Klinik Oeschelbron – clínica geral / Haus Raphael – geriatria) e Suíça (Lukas Klinik – oncologia)

Estágios em Laboratórios: Weleda e Wala (Alemanha)

Diretor Clínico da Clínica Médica Vivenda Sant’Anna - Juiz de Fora (MG)


Farmacologia clínica – através da análise dedutiva do fármaco

A Farmacologia saiu das mãos do médico e foi assumida pela indústria farmacêutica, que investe muitos recursos financeiros em pesquisas de alta complexidade. Dessa maneira novos fármacos são lançados no mercado a partir de experimentos indutivos (empíricos) que, na maioria das vezes, objetiva o tratamento ‘paliativo’ (entorpecer e anestesiar sintomas), cujos mecanismos de ação são desconhecidos e para os quais são elaboradas hipóteses indutivas que não traduzem a verdadeira ação do fármaco. Esta atuação farmacológica muitas vezes ocorre por causa dos efeitos colaterais e não pela ação primária. 

 

Como corrigir essa distorção?

Através da metodologia científica dedutiva goethiana, que fundamenta a medicina baseada em conhecimento, o autor resgata a Farmacologia Clínica, que tanto falta ao médico e acadêmico de medicina. Dessa maneira serão formuladas hipóteses dedutivas no sentido de entender a ação curativa do fármaco

Coordenador do Curso de Medicina Antroposófica da Faculdade de Medicina Suprema - Juiz de Fora e da ANTROPOLIGA 

(Liga Acadêmica de Medicina Antroposófica) da Faculdade Medicina Suprema de Juiz de Fora. Representante deste curso na Konferenz de Pós-Graduação na Sessão Médica do Goetheanum (Suíça).

Autor de artigos e livros científicos e filosóficos.

Membro da Academia Juizforana de Letras.

 

Livro Síndrome do Pânico tem cura



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SÍNDROME DO PÂNICO TEM CURA

Antonio José Marques

 

Editora: Bárány

 

Como reconhecer este quadro clínico?

Como entender seu funcionamento?

Como enfrentar?

Como superar?

 

Até uns anos atrás só se falava em Depressão como o quinto maior problema de saúde pública do mundo, arrastando pessoas de todos os sexos e em todas as faixas etárias - inclusive crianças pequenas. Depois da década de 1970, com a entrada dos remédios antidepressivos, pois anestesiam o cérebro, houve certo controle sintomático desse quadro clínico. Pensou-se que com essa atitude paliativa se estaria superando essa psicopatologia. Ledo engano.

Hoje Síndrome do Pânico assombra profissionais de saúde e os próprios pacientes, pois seu quadro clínico é desesperante e as drogas não têm mostrado resolubilidade. O autor descortina possibilidade de cura, a partir de dados da Neurologia somados com as sabedorias da Filosofia e Antroposofia. Caso não se enfrente com coragem e espírito científico dedutivo esta doença da alma, a Humanidade estará correndo perigo iminente, dada a proporção que tomará em décadas futuras.

Peso 100 g

Livro PRÁTICA MÉDICA ANTROPOSÓFICA

 

PRÁTICA MÉDICA ANTROPOSÓFICAmedicina baseada em conhecimento

Antonio José Marques

 

Cumprindo o objetivo de transmitir uma longa experiência no exercício da medicina antroposófica, este livro oferece um extraordinário embasamento metodológico, conceitual e prático-terapêutico para os que desejam trilhar esse inusual e desafiador caminho na área médica.

Oferecendo uma ampla gama de conhecimentos interdisciplinares, o conteúdo é ao mesmo tempo diversificado e coerente em seu objetivo, abrangendo três grandes áreas:

• Conceitos para a prática médica antroposófica

• Tratamento de patologias específicas

• A prática medicamentosa

Com isto a presente obra expressa um convite para o aprofundamento em sua proposta maior, expressa no subtítulo: medicina baseada em conhecimento.

 

Lançamento foi realizado no Congresso de Medicina Antroposófica – Rio de Janeiro


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Livro GOETHE - ENSAIOS CIENTÍFICOS

 

GOETHE - ENSAIOS CIENTÍFICOS 

Uma metodologia para o estudo da natureza.

Coletânea

 

Goethe, um cientista? Um estudioso da natureza? Muitas pessoas desconhecem que o autor germânico, conhecido por sua obra poética Fausto e muitas outras, dedicou-se também ao estudo das ciências. Desenvolvendo um peculiar interesse por todos os processos orgânicos e inorgânicos da natureza, rebelou-se contra os procedimentos científicos de sua época e inaugurou uma metodologia própria, baseada em sua atenta observação dos fenômenos naturais. Neste sentido, destacam-se suas várias descobertas e novas conceituações, como a do osso intermaxilar do homem e a da 'planta primordial', entre outras.

Além de tais estudos, Goethe escreveu também inúmeros ensaios sobre seus próprios métodos de trabalho e seu pensamento acerca dos procedimentos científicos em geral. Hoje, em pleno século XXI, tais escritos continuam surpreendendo por sua atualidade e clareza, oferecendo um fértil solo para o cultivo de novas ideias.

Seus ensaios científicos inauguram a "metodologia científica dedutiva goethiana".

Apresentação e introdução: Dr. Antonio Marques

Tradução: Jacira Cardoso

O que é Medicina Antroposófica?

Muitas pessoas colocam a medicina antroposófica entre as terapias naturalistas ou alternativas, equiparando-a à fitoterapia ou à homeopatia, e chegando mesmo a confundi-la com estas. Pretende-se apresentar, nestas linhas, uma auto-caracterização que representa a opinião da própria medicina antroposófica a esse respeito.
 
1- A medicina antroposófica não é idêntica à medicina naturalista. Todavia fala-se em medicina naturalista, quando ela recorre também a medicamentos produzidos a partir de matérias primas naturais.
 
2- A medicina antroposófica não é fitoterapia, embora seus remédios incluam umas 250 plantas medicinais como matéria prima ou componentes básicos. Contudo os remédios baseados em matérias primas minerais naturais preponderam na medicina antroposófica; são mais importantes.
 
3- A medicina antroposófica tampouco é uma espécie de homeopatia. Aceitou desta apenas a técnica da dinamização e da nomenclatura das potências, embora com modificações relevantes.
 
A medicina antroposófica é simplesmente a ampliação da arte médica com base em critérios da Ciência Espiritual Antroposófica. A Antroposofia é, usando palavras de seu criador Rudolf Steiner (1861-1925), um caminho cognitivo pelo qual deveria ser estabelecida uma ligação entre o que existe de espiritual no homem e no universo.
 

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Reconhecimentos Oficiais

Conselho Federal de Medicina (CFM)

Parecer 21/93, de 10.12.1993

Reconhece a Medicina Antroposófica como "prática médica"


Conselho Federal de Farmácia (CFF)

Resolução CFF 465, de 24.7.2007

Reconhece a Farmácia Antroposófica e o farmacêutico antroposófico

 

Conselho Federal de Odontologia (CFO)

Resolução CFO 165, de 24.11.15

Reconhece a Odontologia Antroposófica


Ministério da Saúde (MS)

Portaria MS 1600, de 17.7.06

Aprova a constituição do “Observatório” das Experiências de Medicina Antroposófica no SUS


Conselho Nacional de Saúde (CNS)

Aprovado em 13.12.05

Integra a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC)


ANVISA

Resolução RDC 26, de 30.3.07

Dispõe sobre o registro de medicamentos industrializados antroposóficos


Conselho Federal de Fisioterapia (COFFITO)

Resolução 380, de 29.11.10

Reconhece a especialidade de Fisioterapeuta Antroposófico

 

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Perguntas de leitores

Como foi o processo pelo qual passou a Medicina Antroposófica (M.A) até o seu reconhecimento como "prática médica" no Brasil?


___A M.A teve início na Suiça e depois na Alemanha, em 1920, através dos trabalhos da Dra Ita Wegman e do Dr. Rudolf Steiner. Este, fundador da Antroposofia: antropos = ser humano; sofia = sabedoria. Ela, médica holandesa, que trabalhou na Suíça, desenvolvendo o "corpo científico" da M.A, no seu consultório, hoje ampliado e transformado em Arlesheim Klinik, o primeiro hospital antroposófico. Assim a M.A é reconhecida pelo MCE (Mercado Comum Europeu), atuando nos sistemas de Previdência Social e de Seguro-Saúde (Versicherung). Só na Alemanha existem mais de 10 grandes hospitais antroposóficos reconhecidos pelo governo. Isso significa cerca de mais de 4.000 leitos. Isso sem citar outros países, como a Suiça, Holanda, Itália, França, Espanha, África do Sul, Argentina, etc. Do leste europeu, Rússia, Croácia, etc. profissionais da M.A começam a participar dos Congressos médicos anuais no Goetheanum (Suiça), sede mundial da seção médica antroposófica.
 

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Ensaios Científicos de Goethe

Prezado colega
 
Para quem quer conhecer a metodologia científica goethiana, leia os Ensaios Científicos de Goethe, livro disponível nas melhores livrarias do país. Estes ensaios ocupam uma parte do 2º volume da sua monumental obra científica de 5 volumes. Mas quem foi Johann Wolfgang von Goethe?
 
É conhecido entre nós apenas como literato, poeta, dramaturgo, romancista e crítico alemão; o autor do Fausto! No entanto, foi naturalista, cientista e exerceu também com rara eficiência cargos públicos. Até hoje seus ensaios científicos ocupam lugar marginal na História da Ciência, pois não se fixam somente no “observar e intelectualizar” os fenômenos, numa forma de fragmentar os conhecimentos. Por isso rebelou-se contra os métodos analíticos da ciência natural. Goethe procurava “o elo” entre os seres, “a ideia” que deveria existir por detrás de todo organismo vivo.  
 

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