Medicina Antroposófica

A Medicina Antroposófica é praticada em 80 países, nos cinco continentes. Na Europa é conhecida desde 1920, como komplementärmedizin (medicina complementar ou integrativa ou simplesmente  ampliação da arte de curar), atendendo em grandes hospitais e serviços públicos, junto com a “medicina acadêmica”. É reconhecida na Alemanha, Holanda, Inglaterra, etc e está em processo de reconhecimento pela Comunidade Européia (MCE). O Seguro de Saúde estatal alemão (Versicherung) reembolsa todos os custos. As Universidades suíças de Basiléia e de Berna reconhecem, nos cursos de graduação em medicina, estágios realizados em hospitais antroposóficos. Em Herdecke (Alemanha) há a Faculdade de Medicina Antroposófica, com hospital universitário com 494 leitos, cujo curso de graduação é reconhecido pelo governo alemão. Com base no número de receitas, estima-se que os medicamentos antroposóficos são prescritos por mais de 30.000 médicos espalhados pelo mundo.

No Brasil é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) como "prática médica" (Parecer 21/93), sendo praticada em consultórios, clínicas e no SUS (desde 1994, em BH). Está em fase de construção o Hospital Antroposófico de Matias Barbosa (HA-MB), o primeiro das Américas,  onde alberga o Ambulatório das Práticas Integrativas e Complementares (APICS) e o serviço de assistência social. O Ministério da Saúde aprovou a Portaria MS 1600, que considera como “observatório” a aplicação da Medicina Antroposófica no SUS. Integra a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS. A ANVISA reconhece, através da Resolução RDC 26/07, o “remédio antroposófico”. E o Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou a Resolução 465/07 que reconhece a Farmácia Antroposófica. No Brasil conta com mais de 400 médicos.

Últimas notícias